segunda-feira, 30 de abril de 2007

BOLSAS E ACESSÓRIOS



TISSUME
Perinópolis - GO

Produto: bolsas de vários modelos com acabamentos primorosos e forradas com seda, carteiras, faixas e outras peças do vestuário feminino.

A Tissume é um grupo de mulheres que entrelaçam fios de procedências diversas, do algodão, da palha de buriti a fios de seda e fios importados.
Propõe o resgate da tecelagem manual com uma visão contemporânea.
O grupo é coordenado por Mercedes Monteiro.
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PIAÇAVA
Associação de Artesãos de Porto de Sauípe
Entre Rios BA
Produtos: bolsas, sacolas e tapetes em piaçava com grafismos de tradição indígena em variadas cores, dos tons ocres a cores fortes como magenta e azuis
Com um grupo de cerca de 25 artesãos a associação se dedica ao trançado da palha de piaçava em Porto de Sauípe, desde a coleta da matéria-prima em lugares afastados, à secagem, tingimento, desfiamento da palha, trançado e costura final.
MÃO GAÚCHA
COOPARIGS - Cooperativa de Artesãos do Rio Grande do Sul

Produtos: Mochilas, pastas, niqueleiras, porta cartão e outras peças de couro reciclado
Transformar o artesanato em atividade economicamente viável; proporcionar uma melhoria na condição de vida dos artesãos gaúchos e suas famílias, aumentar a renda e a ocupação, qualificar e valorizar sua produção no âmbito da economia regional, nacional e internacional são os propósitos da Mão Gaúcha. Criada em 1998, desde 2002 tem uma Central de apoio e desenvolvimento ao artesão, gestão financeira e administrativa da cooperativa, show-room para lojistas e ainda uma loja própria e uma franquia na cidade de Porto Alegre. Pela Mão Gaúcha já passaram mais de 300 artesãos, tendo hoje 178 artesãos diretamente ligados à produção, distribuídos em 35 núcleos no Rio Grande do Sul.
O trabalho desenvolvido pela Mão Gaúcha, leva o selo da UNESCO, desde 2002, que a reconhece como projeto social.

CAPIM DOURADO
Jalapão TO
Produtos: bolsas em vários modelos, chapéus, pulseiras, brincos e colares
O Capim Dourado surpreende também como acessórios. Com estilo e design conquistou mercado nos grandes centros, tanto no Brasil quanto no exterior.
A ACAPPM - ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS ARTESÃOS PEQUENOS PRODUTORES DEMATEIROS defende os interesses do "ouro do cerrado", o capim dourado, só encontrado nessa região. Ao artesanato tradicional do trançado de capim dourado com fios da palmeira Buriti, técnica aprendida com os índios por Dona Miúda foi acrescido o design do paulista Renato Imbroisi, introduzindo formatos como sousplats e pufs mais atrativos para os grandes centros. A comunidade local abandonou a lavoura e uma tarefa antes realizada pelas mulheres para uso próprio passou a ser desenvolvida por todos da região, levando quase à extinção do capim e muitos atravessadores no percurso. Algumas medidas foram tomadas. Criaram reservas florestais e foram cadastrados pelo Ibama os artesãos autorizados para a extração e manejo sustentável, que só ocorre em agosto e antes do período das chuvas.

MAYY KOFFLER
São Paulo SP
Produtos: colares e peças de decoração em cerâmica
É através da técnica pré-colombiana, o Paleteado e a queima positivo/negativo que a artista ceramista Mayy Koffler revela com maestria uma arte que teve origem na cultura Vicus (500aC-500AD). Seus colares, potes, pratos e tigelas são obras impares de uma verdadeira artista e artesã, que tem domínio absoluto da técnica e da expressão artística.





PONTO SOLIDÁRIO
arte sócio-cultural
SÃO PAULO SP BRASIL
Av 9 de Julho 3186
Estacionamento no local
FONE
11 2132 7459
11 2132 7393
FAX
11 2132 7440
DANI BEDOLLO E PROJETO POTY
São Paulo e Itanhaém, SP
Produtos: colares de cerâmica de alta temperatura em caixa de fibra de bananeiraCada peça da artista Dani Bedollo incorpora os 4 elementos da natureza, o ar, a terra (argilas coloridas) que é moldada com a ajuda da água, e solidificada com a energia do fogo e transformada pela paixão de quem faz.
São apresentadas nas caixinhas de fibra de bananeira do Projeto Poty, que desde 2001, atua em Itanhaém com um grupo de mulheres na complementação da renda familiar e resgate da cultura artesanal através do processamento da fibra de bananeira na produção de cestas, tapeçarias e objetos diversos.
DANIEL PIMENTEL
Jóias da Floresta, Xapuri AC
Produtos: Sementes da Amazônia, Cocos (como a jarina o Marfim Vegetal), palhas, fibras, casacas e outros produtos florestais se transformam em jóias, anéis, colares, brincos, cortinas, luminárias, instrumentos musicais e doces regionais.
Daniel Pimentel acredita na consciência ambiental através da valorização de diversos produtos florestais associados ao trabalho artesanal e regional. Daniel conta com a Associação de Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes e Projeto de Assentamento Agroextrativista Chico Mendes como fornecedores e tem o apoio da prefeitura de Xapuri que oferece o local para a Oficina Escola.

COOPERATIVA ESPERANÇA
Santana do Parnaíba SPProdutos: colares, brincos e pulseiras de revista
A Cooperativa Esperança nasceu em 2004, com o apoio do pediatra Dr. Marcos Paniza e da Fundação Alphaville, na cidade de Santana do Parnaíba, SP.Formada por mulheres e homens a cooperativa dedica-se ao reaproveitamento de revistas e fundos de latinhas de alumínio, na confecção de bijuterias. O trabalho destes artesãos se destaca pela combinação de cores e uso da técnica antiga de recortar a revista e enrolá-la formando primorosas contas que são muito bem finalizadas.

COLARES INDÍGENAS
Produtos: colares de madrepérola, caramujo em lascas ou redondos, tucum, tiririca e outras peças de tradição.
Para os grupos indígenas, os adornos corporais, segundo Delvair Melatti , contribuem para a formação, proteção e embelezamento do corpo do indivíduo e como identificação étnica.
De cima para baixo
- colar de madrepérola Bororo
- colar de caramujo
Mehinako
- colar de tucum Mehinako
- colar de tiririca Xavante

sexta-feira, 27 de abril de 2007


seja vc mesma não basta ,vc ter um cabelo, um corpo ou uma roupa, se vc é horrível por dentro, dica:seja vc não se deixe levar por aquelas patricinhas que ficam falando que vc está fora de moda, use e abuse da sua própria moda e estilo, use ropupas que vc se sinta bem.


10 dicas pra você ter mais estilopor Adriana Yoshida
Tem gente que passa a vida toda procurando estilo, mas se esquece de procurar no lugar mais óbvio: dentro de si! Aqui, a gente reuniu¿10 super¿dicas pra você!

1. Saiba quem você é!
Saber que seu estilo expressa a sua personalidade é só o começo. O próximo passo, bem mais difícil, é responder a esta pergunta: quem é você?
Definir exatamente a nossa personalidade pode ser uma tarefa árdua (e cara para quem passa anos na terapia), mas um bom jeito de começar é prestando atenção nos seus gostos.
Não estamos falando só do guarda roupa, mas da turma de amigos, da estante de livros e da prateleira de CDs. Por isso, fique de olho em como se vestem as pessoas que você admira, sejam escritoras, modelos, cantoras, atrizes ou amigas. Você não encontra nelas um pouco de inspiração?

2 - Tenha repertório
Vestir-se é como escrever: se você não tem vocabulário, esqueça, não vai conseguir se expressar. Pode ter certeza de que aquela sua amiga muito estilosa está sempre de olho nas revistas (que mostram as peças da estação e o jeito novo de usá-las), na internet (alguns sites mostram a moda de rua de vários lugares do mundo, uma inspiração ótima.
Uma referência e tanto para o mundo da moda são os filmes, e estes são alguns clássicos que você pode conferir: Bonequinha de Luxo: A atriz Audrey Hepburn tornou o tubinho preto um clássico.Abaixo o Amor: O figurino foi feito com base nos anos 60. Hair: O estilo hippie. Grease: Nos Tempos da Brilhantina - O melhor do estilo college anos 50.Moulin Rouge: O filme se passa em um cabaré em Paris. Epartilhos maravilhosos. Blade Runner: O visual cyberpunk dos anos 80 é referência até hoje. Fama e Flash Dance: A febre das academias de dança dos anos 80.Dolls: O figurino é do estilista japonês Yohji Yamamoto. De chorar de lindo.Barbarella: Roupas dos anos 60 inspiradas na viagem do homem à Lua.

3. Encare seu guarda-roupa e faça as compras certas!
Há gente que só tem estampa no armário, mas diz que adora tendências minimalistas. Assim, quando essa pessoa abre o guarda roupa acaba não achando nada que queira usar.
Para saber se você sofre desse mal, faça uma lista detalhada com tudo o que você gosta. Depois, pegue essa lista e vá até seu guarda-roupa. Tire o que restou da sua lista e anote o que você adora, mas não tem lá dentro. Outra coisa que ajuda: separe as peças que te vestem bem (que todo mundo elogia quando você usa) e olhe bem para elas: como é a modelagem? Por que você gosta tanto dela? Quando descobrir isso, poderá repetir a fórmula em peças novas. Renovar o guarda roupa é ótimo, mas não precisa torrar uma grana toda vez que quiser algo novo. O ideal é guardar dinheiro para peças de que você gosta muito ou que sejam clássicas (não vão sair de moda tão cedo).
Já as coisas que são só uma onda podem ser compradas em lojas mais baratas. Afinal, tudo bem se a qualidade não for tão boa assim: elas vão sair de moda e você vai ter economizado para o que importa.

4 - Conheça seu corpo
Independentemente do que você gosta, existe o que lhe cai bem. E é difícil ter estilo quando você está usando peças que desvalorizam seu corpo. Cada biótipo tem suas vantagens e desvantagens e a regra geral é chamar a atenção para as primeiras e esconder as segundas.
Evidencie os pontos fortes com decotes, estampas e detalhes (como bordados e apliques) e esconda os pontos fracos, deixando eles com pouca informação (tecidos lisos, sem detalhes). Dá uma conferida em que tipo de corpo pode encarar o quê. Baixinhas:Use: salto (óbvio) e decote V para alongar o corpo. Evite: listras horizontais largas e bicolores, cinto grosso e calça curta porque achatam.Magrelas:Use: roupas com estampas porque aumentam o volume e botas de cano médio, que engrossam as pernas. Evite: roupas escuras porque você vai parecer mais magra.Muito peito:Use: decotes retos e geométricos porque minimizam o volume. Evite: decotes arredondados ou com babados, que aumentam o volume.GordinhasUse: roupas estruturadas, como camisas e jaquetas. Calças retas e sapatos que deixem os tornozelos livres. Evite: usar roupas molengas porque ressaltam as gordurinhas.Quadril largoUse: calças retas porque diminuem o volume do quadril. Sobreposição de vestidos também funciona. Evite: cinto grosso na altura do quadril.

5. Misture estampas
Quando você já estiver se sentindo segura para arriscar, experimente a mistura de estampas. Xadrez com listras, listras com bolinhas, bolinhas com flores. Para a mistura dar certo, escolha uma cor que esteja presente nas duas peças para uniformizar o visual. Florais grandes com pequenos também funcionam, mas, nesse caso, respeite o estilo das flores - hibisco tropical com floral romântico não rola.

6. Dê um toque retrô
Peças de brechó ou as que emprestamos da vó dão um toque exclusivo (já que ninguém vai ter a mesma peça que você - a não ser a sua irmã). Usar uma peça que tem história mostra que você não se prende só às vitrines.
O segredo é misturar peças vintage com outras mais modernas. Evite usar roupas, acessórios, tudo retrô - vira fantasia. Quem não se sente à vontade, mas quer experimentar, pode tentar uma bolsa, um escapulário, um broche.

7. Use o poder dos acessórios
Um acessório transforma o modelito e pode se tornar a sua marca pessoal. Mas um detalhe: os acessórios contam todos uma mesma história. Então, não dá para juntar uma hippie radical no conto da mocinha romântica.
Acerte na combinação e veja como eles podem ser úteis: só você tem - por mais que sua amiga tenha uma roupa igual à sua, ela nunca vai combiná-la do mesmo jeito que você. A menos que queira te copiar-, levanta a produção - uma boa bolsa levanta qualquer look: ela pode dar um toque chique ou despojado - e desvia a atenção - um colar chama atenção para o decote e desvia o olhar de outras partes do corpo. Brincos voltam os olhares para o rosto e piercings, idem. Se você está acima do peso, use pulseiras e desvie a atenção para os braços.

8. Quebre, mas crie harmonia!
Essa dica é para quem quer ousar, mas não quer parecer pretensiosa. Use uma peça que contraste com o restante do look: esse é o princípio do visual hi-lo, que consiste na combinação de peças de origens opostas.
Por exemplo: peças muito femininas com peças masculinas, peças esportivas com roupa de balada e por aí vai. Mas, não é porque as peças são de origens opostas que elas podem destoar completamente.
Procure o elemento que liga uma peça à outra (pode ser a cor, a textura, o material) e use-as de forma que o resultado final seja agradável para os olhos.

9. Encare o espelho e seja você mesmaGente que assume o estilo nem sempre agrada a todos.
Rolam comentários bobos e até preconceito, portanto, você tem que filtrar o que escuta. O espelho é o juiz. Se depois de encará-lo, ficar insegura, troque a produção.
Quem realmente tem estilo nunca parece desconfortável dentro da roupa. Afinal, é preciso confiar no que você está vestindo para bancar o look. Estar confortável na roupa é o mais importante para parecer natural.

10. Divirta-se!
Encare a história de ter mais estilocomo uma brincadeira e experimente! Para descobrir as coisas de que você gosta, vai ter que experimentar todo o seu armário. Faça várias combinações, misture coisas que nunca tinha misturado antes.
Depois, vá ao shopping sem dinheiro, entre em todas as lojas (principalmente naquelas onde você nunca entraria) e, mais uma vez, experimente, experimente... Você vai sair de lá cheia de idéias - não só do que vestir mas do que nunca usar também!

QUEM DEU AS INFORMAÇÕES? Felipe Veloso, stylist, Helena Gastal, figurinista da Globo, Jeísa Chiminazzo, top model, Jessica Lengyel, estilista, e Júlia Faria, jornalista de moda. As consultoras de moda e estilo Costanza Pascolato, Cristina Zanetti, Fernanda Resende, Ilana Berenholc e Silvana Bianchini.

Em busca de estilo




Os novos talentos da moda de minas, revelados em feiras que agora oferecem destaque para este ramo, as bordadeiras mostram que querem competir, mas com estilo.
A moda é receptiva a idéias, novas criações e a cada época valoriza um segmento. “boom” do momento fica a cargo do bordado, da customização que aos poucos vem conquistando seu espaço.
São chapéus para se esconder do sol, bolsas para festas, sandálias e chinelos, vestidos, saias, blusas para o dia a dia ou para bailes de gala encharpes, cintos e outros produtos em diversos estilos que customizados com linhas, palhas, borrachas pedrarias, seda e algodão ganham uma nova roupagem e agradam todas as idades e gostos.
As formas de se customizar peças são inúmeras, algumas técnicas mais fáceis, outras um pouco complicadas que podem ser de uma aplicação de pedrarias nos tecidos com linhas ou cola, bordados de matiz, rexiliê, cheio, com linhas de seda ou algodão, além da utilização de materiais como veludos, tule italiano, jeans, saja, algodão e linho.
Através da personalização pode se obter uma peça ao estilo do cliente com características de sua personalidade, que abrange dos gostos mais ousados ao mais simples além de serem peças únicas e que podem ser transformadas em até 4 peças diferentes combinadas com os acessórios.
Os valores de uma peça podem variar de R$40,00 a R$2.000,00, mas quem deseja ser diferente, quer economizar e gosta de inovar suas próprias roupas, hoje no mercado existe uma grande quantidade de produtos de fácil aplicação, como: colas com glitter; canetinhas, tintas em bisnagas ou em potes para tecidos, adesivos que podem ser usados por qualquer pessoa e inovam a peça e ficam com o estilo de quem usa.

Identidade, estilo, moda


Surgido no Iluminismo, o conceito de Identidade conquista espaço na medida em que discussões sobre individualidade ganham importância. Um indivíduo pós-moderno não tem uma identidade fixa ou permanente, têm-se múltiplas identidades, que são demonstradas conforme o seu papel exercido na sociedade em um determinado momento; estudante, trabalhador, marido/esposa e pai/mãe, entre outros tantos exemplos.

Estilo é aquilo que vem de dentro para fora, ou seja, é saber combinar seu visual com sua personalidade. Ao contrário da moda o estilo não se compra, é adquirido com o passar dos anos.

O estilo pode ser interpretado de várias outras formas de acordo com o contexto na qual é inserido, porém, pretende-se retratar a definição que norteará a proposta da Revista atellier, o estilo como forma de trabalhar/representar a identidade da confecção divinopolitana.

Ter estilo é saber ser fiel a si mesmo, é como uma marca, capaz de deixar registrada a sua presença. Porém, ter estilo não é ser chique, andar com roupas caras ou enfeitado de acessórios, é saber ousar de suas qualidades e defeitos e usá-los de formas favoráveis a si. É como usar um vestidinho preto, considerado básico, mas que ao combinar com alguns apetrechos, pode-se usá-lo em ocasiões diversas, como: casamentos, missa, um passeio e até mesmo um baile e realçar e valorizar as curvas do corpo ou esconder as gordurinhas.

O estilo é muito confundido com a moda, mas para de criar a moda é necessário ter estilo.

“De uma maneira mais ou menos intencional o indivíduo cria para ele mesmo um comportamento, um estilo que se caracteriza como moda pela sua maneira de entrar em cena, de Ter a cena e deixá-la. Notadamente os jovens mostram uma busca na originalidade na sua maneira de se dar um centro de interesse que surge sem que se atente e sem razões objetivas, que domina toda a sua esfera de consciência e desaparece em função de uma nova maneira também irracional. Pode –se-ia designar esta como uma moda pessoal que constitui um caso limite de moda social. Mas a necessidades do particular em relação à imitação, da fusão do universal, é satisfeita aqui no interior do indivíduo mesmo(...) sobre esta forma ou este conteúdo, pela coloração unitária que obtém pelo próprio ser (...).
(Simmel, 1989,p.193).


A Moda é como uma segunda pele que reveste o ser humano, com intuito de proteger e identificar o indivíduo na sua cultura.

“A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Você pode enxergar a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas passarelas do Brasil e do mundo, nas revistas e até mesmo no terno que veste um político ou no vestido da sua avó. Moda não é só “estar na moda”. Moda é muito mais do que a roupa.”
(Palomino,2003,p.14)